A Síndrome do Pânico ou Transtorno do Pânico, é uma doença onde o paciente têm crises inesperadas de medo, desespero, como se algo de ruim fosse acontecer com ele. É considerada como um tipo de ansiedade, a pessoa com esse transtorno sabe que o tem e acaba ficando com medo de perder o controle novamente, entrar em novas crises de desespero e até enlouquecer. Todavia, nos dia de hoje, essa síndrome é cada vez mais comum, saiba identificar se você possui e como tratá-la.

Causas

Ainda não há nada comprovado cientificamente sobre as causas da Síndrome do Pânico, porém o mais provável é que a doença pode se encadear da rotina do dia a dia resultando em estresse, genética, temperamento “quente”, dificuldade em se controlar em determinadas situações e oscilação constante de humor.

Quem pode ter?

Todas as pessoas sendo mais facilmente encontrada em jovens que acabaram de sair da adolescência e entraram na fase adulta. Crianças e idosos também podem ter, sendo as mulheres o público mais propício para a síndrome.

Sintomas

Geralmente as crises demoram cerca de 10 a 20 minutos, mas podem durar 1 hora ou mais, a durabilidade pode depender do nível e da idade da pessoa. Conheça abaixo os principais sintomas:

• Medo da morte
• Medo do medo (esse sintoma se caracteriza pela pessoa ter medo de passar novamente por uma crise de pânico)
• Sensação de perigo
• Tremores
• Calafrios
• Ondas de calor
• Sensação de que não está na realidade
• Dores de cabeça
• Desmaio

Todos esse sintomas podem desencadear à outros como alcoolismo, uso de drogas e a depressão.

Tratamento

O transtorno pode ser controlado. Com tratamento psicológico, o psicólogo define a melhor maneira de se tratar e ajuda o paciente a controlar e superar seus medos, relaxar e até indica medicamentos para a sua melhora.
Evite café, álcool, cigarro e mantenha uma rotina de sono adequada, todos esses fatores auxiliam no tratamento da Síndrome do Pânico.

O suporte da família é essencial para o paciente que possui esse transtorno. Saiba compreendê-lo e ajude-o a manter um bom relacionamento com os demais, em vista que o paciente se sente envergonhado por possuir tal coisa. Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Entre em contato com a IDMP para se aprofundar um pouco mais.